quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Presente especial!

Hoje trouxe um selinho especial pra vcs!
Ganhei do Vila Mulher!


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Como havia escrito antes, vou deixar uma amostra dos trabalhos.
Com calma, vou colocando os paps para vcs.
Esse foi um presente para minha neta Giselle: touca em barbante e cinto em croche.
Tenham um bom dia!
Apos um longo tempo sem escrever, estou de volta!
Senti tanta saudade!!!

Venho com uma novidade...vou acrescentar ao blog, receitas de croche e de ideias uteis ao nosso dia-a-dia.Postarei meus trabalhos recentes e o de minhas queridas amigas crocheteiras, que tanto me ajudaram a prosseguir.
Aqui no nordeste, os trabalhos manuais das artesas, sao muito divulgados nas feiras de artesanato, onde muita gente tem o privilegio de adquiri-los e tambem de conhecer um pouco da cultura brasileira.
Apesar de nao ter nascido nessa terra maravilhosa de paz e harmonia,trago Joao Pessoa no coracao!O futuro comeca a delinear suas linhas nas areias quentes e praias paradisiacas!

Quem vem conhecer o litoral paraibano, leva a recordacao de uma terra encantadora!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Ser feliz ou estar feliz

Escolhi esse texto para refletirmos sobre nossa vida e pelo momento que podemos estar atravessando.
"Ser ou estar, eis a questao" que nos faz deixar escapar situacoes que ao julgarmos insignificantes poderiam mudar todo o rumo da historia onde cada capitulo e unico.


"Será possível sermos felizes, em um mundo tão infeliz?

Um mundo onde mais da metade da população vive abaixo do nível da pobreza?

Um mundo onde há terremotos, tsunamis, furacões, inundações e seca?

Um mundo injusto, onde pouco mais de mil pessoas possuem riqueza, igual ou superior, à riqueza do conjunto de países onde vive 59% da Humanidade?

É possível ser feliz num mundo assim? É possível ser feliz em um país como o Brasil, onde 46% da riqueza nacional está nas mãos de apenas cinco mil famílias?

Uma privilegiada cabeça brasileira, ao analisar a questão, separou a felicidade em dois tempos: o tempo vertical e o tempo horizontal.

O tempo vertical é o momento intenso, vibrante, de uma realização.

Pode ser a conquista de um título num campeonato, o ter passado no vestibular, o primeiro encontro amoroso, o nascimento de um filho.

Nesse tempo vertical, a pessoa está feliz. É um momento especial, mas passageiro.

Assim, pode-se estar atravessando intensas dores, graves problemas e estar feliz em alguns momentos: pelo diploma conquistado pelo filho, pelo emprego tão aguardado que se anuncia, pela viagem sonhada que se concretiza.

O tempo horizontal é o do dia a dia. Assim, a paixão, o ideal do amor eterno que faz a pessoa desejar estar com o outro é o tempo vertical, de estar feliz.

No relacionamento a dois, na rotina em que, por vezes, se transforma o casamento, há um desgaste natural.

Nesse momento, é que entra o diálogo, a tolerância, a renúncia,o cultivo da ternura, sem o que o amor esfria, até virar indiferença.

Nesse momento a pessoa pode ser feliz. Feliz se tiver a capacidade de romper a rotina: inventar um programa, sair com amigos, ir ao teatro.

Inventar e reinventar cada dia.

Feliz se tiver a sabedoria para descomplicar as questões, acolher os limites, compreender e superar dificuldades.

Dessa forma, podemos estar felizes no dia que ganhamos uma promoção, um aumento de salário compensador.

Podemos estar felizes quando nosso filho volta ao lar, depois de longa viagem ou alguém muito querido nos visita.

São momentos intensos, vibrantes.

O ser feliz é o estado prolongado, sempre recriado e alimentado.

É a sabedoria de viver.

A felicidade, pois, é uma conquista. Podemos sorvê-la, em grande dose em um momento, em um dia e estarmos felizes.

Podemos sorvê-la em gotas homeopáticas, a cada dia, e sermos felizes.

Podemos, pois, escolher, como desejamos a nossa felicidade: em tempo vertical ou em tempo horizontal.

Desejamos estar felizes ou ser felizes?

* * *

Vives momentos de felicidade dos quais não te apercebes.

Diante dos teus olhos estão paisagens ricas de beleza e cor.

Seguem contigo as bênçãos de Deus, que ainda não sabes valorizar.

As ocasiões de amar e ser amado se multiplicam.

Rompe a carapaça que te impede o claro discernimento e aprende a ser feliz"

(Momento espirita).

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Passaros crescidos



Um dia, nos escapam das mãos...

Volta pro ovo! - queremos dizer - como na canção.

Mas o ovo se faz pequeno para a vibração de um pássaro novo. O ninho já não basta como extensão de si mesmo; não mais reflete suas necessidades primárias.

O pássaro quer voar. O pássaro precisa voar.

Houve o tempo em que nos víamos agigantados nos olhos desses pequeninos seres voláteis, heróis domésticos que éramos, mas de tal forma reconhecidos que nos convencíamos de nossos dons extraordinários.

De fato, somos fabulosos na arte de gerar, nutrir, desenvolver, ensinar, conduzir, proteger e tudo mais que sabemos fazer sem que ninguém nos ensinasse, até vê-los como estão, crescidos e atrevidos.

Foram-se as penugens que alisamos, o bico esfomeado, o novelo de plumas que se escondia em nossas asas.

Tudo que vemos agora são penas arrepiadas e rebeldes, difíceis de alisar.

E o suave trinado que já se fez cheio de notas, agora vem nos ferir os ouvidos com a estridência de uma nota só.

O fato é que um dia eles crescem, abrem, sem avisar, as asas delicadas e no tempo de um espirro nos deparamos com a envergadura do filhote. O gesto se antecipa e anuncia a extensão do salto.

Volta pro ovo!! – queremos dizer – mas não nos ouvem, envolvidos que estão no intenso farfalhar das asas debutantes.

Então olhamos para nós, pássaros de penas ralas, e nos empenhamos em lembrar as palavras mágicas, na esperança de recuperar poderes há muito aposentados.

Desprovidos dos antigos recursos, nada nos resta fazer senão admirar o vôo desses calouros emplumados, pintainhos que fizemos crescer com nossos mimos, e a quem demos asas para que brincassem à nossa volta.

Mas eis que se definem no estilo e na performance: que lindos volteios, que rasantes, que belos planadores se revelam!

E como sobem com determinação, para depois mergulhar vertiginosamente no espaço e logo conter o ímpeto, com precisão, antes de tocar o chão num pouso de mestre.

Estão a nos estufar o orgulho.

De fato, não há como querer contê-los, aliás, já se foram, em revoada, silfos barulhentos que ensinamos a voar, para que um dia pulassem do ninho e, corajosamente, voassem.

* * *

Ah!... O amor por nossos filhos...

Aprendemos a amá-los de tal forma, que é totalmente compreensível a dificuldade que temos em deixá-los alçar vôo por conta própria.

Para mim ainda são crianças! – proclamam alguns pais, mirando com carinho seus rebentos gigantes.

Mas aí vêm os sábios, a vida e a natureza, e nos dizem que não somos seus donos, e que o amor maduro é aquele que sabe libertar.

E o coração de pai, de mãe, então, apertados, começam a aprender a libertar.

E nesse processo lento, natural, percebem que, se amam realmente, devem pensar no que seja melhor para o objeto de seu amor, e não mais para si.

Não há como fugir de tal realidade da existência, é certo...

E nesse caminho sem volta, vamos percebendo que a dor inicial da separação vai sendo substituída por uma felicidade sem igual.

A felicidade de se perceber, finalmente, que cumprimos nossa missão e que, ao libertar, estamos ganhando um amor para todo o sempre.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Pelo Dia dos Pais


Esta chegando uma data que mexe muito comigo e traz-me lembrancas mil; a saudade passeia por entre os pensamentos, como brisa trazendo uma infinidade de imagens e sentimentos.
Peco ao Nosso Pai Maior que nos envolva nessa hora e nos de forcas.Que Seu abraco seja o de todos os pais ausentes e que ele nos preencha com seu divino Amor!

Escolhi essa mensagem tao significativa para dizer: Feliz dia dos Pais!

Meu filho e as manhãs

Hoje pela manhã, como de costume, antes de sair para trabalhar, visitei o quarto de meu filho.

Considero uma espécie de ritual sagrado de todas as manhãs: chegar bem perto de seu berço, ajeitar sua coberta com cuidado, aninhá-lo com carinho para que não se descubra.

Passo então minhas mãos, algumas vezes, sobre seus cabelos macios, e digo em pensamento: “Como eu te amo!”

Ele normalmente se move com suavidade, como se reagisse de alguma forma ao estímulo externo durante o sono.

Continua ali, em silêncio, em paz, preparando seu corpinho e sua alma para mais um dia de descobertas felizes.

Despeço-me, procurando não fazer ruídos, e saio porta afora com a alma leve, pronto para enfrentar mais um dia no mundo.

Da próxima vez que o vir, mais tarde, ele já estará desperto, correndo pela casa, brincando com seus carrinhos, e irá me conceder mais uma alegria: a de receber seu sorriso, que sem dizer nada, diz tudo.

Por mais que alguns dias sejam difíceis, por mais que as batalhas sejam ferrenhas e desgastantes, tudo se acalma, tudo se conforta naquele sorriso.

Os sorrisos de criança têm um poder quase mágico, e os de nossos filhos mais ainda.

Eles parecem querer nos fazer perceber que, por mais que a vida seja tormentosa, cheia de pequenos e grandes espinhos que provocam dor, muita alegria ainda existe.

Por mais que neste exato instante existam “n” pessoas desejando não mais viver, se enfraquecendo nas lutas, desejando desistir, existem outras tantas almas agradecendo pela vida, num júbilo contagiante.

E tenho certeza de que “ser pai” é mais um desses motivos de alegria plena, de gratidão a Deus, e mais uma das muitas razões que temos para continuar sempre, sem desistir.

Meu filho e as manhãs me ensinam sempre esta lição preciosa, a da renovação, do renascimento da água e do Espírito.

* * *

Muitos pais se queixam de não terem visto seus filhos crescerem.

Passa tão rápido! Não me lembro mais! – são expressões que ouvimos com freqüência.

Será que estamos atentos aos nossos filhos como deveríamos estar? Será que passa tão rápido assim, a ponto de guardarmos tão poucas lembranças?

Ou há alguma coisa errada com o tempo, ou há alguma coisa errada conosco.

Seria tão bom poder ouvir de um pai, de uma mãe: Lembro-me de cada nova conquista, de cada dia da infância, de cada nova palavra...

Seria tão bom poder ouvir: Curti cada dia ao seu lado, meu filho, quando você era pequenino, como se fosse o último. Não perdi oportunidade alguma junto a você.

Aproveitemos o tempo junto a eles, em qualquer idade, em qualquer condição de vida.

Curtamos a existência ao seu lado, anotando no coração cada beleza, cada nova descoberta, tirando fotografias com a alma – registrando no íntimo do ser cada sorriso em seu rosto.

Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Você sabe por que comemoramos essa data hoje?

No dia 12 junho, comemoramos, no Brasil, o Dia dos Namorados e, no dia seguinte, quem ainda não tem namorado, pede a Santo Antônio, o santo casamenteiro, para arrumar um.

Na versão mais conhecida, a comemoração pelo Dia dos Namorados teria se originado na Roma Antiga, no século III. O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras, acreditando que os solteiros eram os melhores combatentes. Além de continuar celebrando casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador.

Tendo se recusado a renunciar ao Cristianismo, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e milagrosamente devolveu-lhe a visão. Antes de partir, ele escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como "Seu Namorado". Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte, 14 de fevereiro, também marca as festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pã (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade. Os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

Na Idade Média, dizia-se que 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na porta da pessoa amada. Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como o Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valentine's Day. Em Portugal, o Dia dos Namorados também é no dia 14 de fevereiro. No Japão, é uma festa grande e comercial. Em janeiro, as lojas começam a vender artigos relacionados com este dia.

No Brasil, o Dia dos Namorados começou a ser celebrado em 1949. A idéia de trazer a data para o país foi do publicitário João Dória. Ele criou um slogan de apelo comercial que dizia: "Não é só com beijos que se prova o amor". Porém, a data foi transferida para junho, mês de fraco movimento no comércio, para estimular as vendas. O dia 12 foi escolhido por ser véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.
( Texto de Leni Resende)